mardi 11 octobre 2011

Prece

Que a vida consome aquilo que a alimenta,
já disse o poeta dos poetas,
a alimentar a vida com poemas,
como as folhas pelo seu xilema.

Pelo fio contínuo — inspira e esquenta.

(...)

 No agir da vida se faz ela sendo sua —
mesmo que tudo pese, même quand la vie n’est plus à l’aise.
Moi, toi, on veut de la vie dans un champ de fraises,
toda a grama qui pousse e uma árvore que cresce.

 Preze.

por Tatiares