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Affichage des articles du janvier, 2013

envergo mas não quebro

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"...Em tempos de tempestades
Diversas adversidades
Eu me equilibro e requebro É que eu sou tal qual a vara
Bamba de bambú-taquara
Eu envergo mas não quebro..."

Outro

Móvel movo-me, movem-se também as nuvens fios de um condensado, tecidos nada denso − via-se através a flutuar, ao movimendo do ar fresco ao revés.
Esse é o cheiro do sentir desse momento, início de algo contínuo, num ciclo retorno, de um novo começo reverenciado seja outro nada mais do mesmo.
Tatiares