jeudi 24 décembre 2009

Faro meu


O inesperado à porta
cães selvagens à espreita
me resguardo ao vento, brisa que me sustenta
desenrolo os nós das expectativas
apesar de previsível, sucumbo!
Redemoinhos emotivos, perigo farejado
me entrego e fujo.
Também posso ser selvagem por natureza.



por Tatiares

1 commentaire:

  1. O selvagem como patamar de salto pro delírio consciente, do selvagem ao sublime percorremos nosso traçado trajeto de colisão com o futuro eleito. Saídas e entradas monitoradas, faro maior que o dos cães, que se vendo frente ao tremor dos terremotos correm louvando o tempo de serem livremente presos ao sopé da verdade.

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