vendredi 9 avril 2010

nos conglomerados dos sertões


morte e vida peregrina
noite que desatina
a falar, sua sina
cabeças decapitadas: alucina!

Indivíduo, filho da esquizofrenia
aquele que só ia
preso em sua arritmia
mais falava, menos fazia.

ilusório dia em maresia
ladainha severina!
de tão pouca poesia
vive a morte como rotina.

por Tatiares

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