lundi 9 août 2010

Vidění

Telhados avermelhados,
paredes e muros cor de barro,
sinos e torres escurecidas,
luzes amareladas ao sons de violinos.
Atravesso a Náměstí Republiky.
Vejo e respiro meu ser em tcheco: být.

(...)

Adentro ao castelo,
escolho um caminho denso,
de escadas estreitas,
degraus irregulares.
E na falta de ar,
me revelo ao alcançar o mais alto da torre.

(...)

Consigo ampliar o meu olhar,
vendo o céu bem mais de perto,
sentindo o espaço ao meu redor,
provocando meus fantasmas,
encarando os gárgulas de frente.
Jamais de baixo.

por Tatiares

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